domingo, 30 de setembro de 2018

Corrupção de Richa pode dar o Senado para Flávio Arns, assim como a corrupção de Lula deu ele a vice-Governança do Estado


                Em 2002, de forma surpreendente, Arns, que contava com apenas 5%, se elegeu Senador da República, ao lado de Lula que prometia reduzir a corrupção nos primeiros seis meses de governo, segundo o livro recém-lançado, Você foi Enganado, que aborda mentiras dos presidentes do Brasil, nos últimos 100 anos. Os jornalistas Cristina Tardáguila - diretora da Agência Lupa e colunista de Época – e Chico Otávio – repórter de O Globo e Época, autores do livro, recuperaram um discurso de Lula na 43ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos, em Vitória, no Espírito Santo, ocasião em que fez esta declaração:
                “Se ganharmos a eleição, tenho certeza de que parte da corrupção desaparecerá já no primeiro semestre”.
                Como a corrupção não desapareceu, o episódio do Mensalão levou Arns a deixar o PT para se filiar no PSDB de Beto Richa, tão corrupto quanto o PT. Senador, eleito com milhões votos e tido como um político honesto, tanto que deixou o PT, Richa convidou-o para ser seu vice ao Governo do Paraná, tendo sidos vitoriosos. Quatro anos depois, um tanto sumido e sem o prestígio da Tia famosa, com grande por de voto, que o elegeu Senador, Beto Richa decidiu trocá-lo por Cida Borghette, esposa de Ricardo Barros, um dos políticos mais corrupto do Brasil (confira no final), e afundou-se na corrupção.
                Não se pode afirmar que foi por causa da corrupção de Richa, mas, a verdade, é que Flávio Arns abandonou o PSDB. Filiou-se na Rede e se lançou candidato ao Senado, passando de aliado para concorrente de Beto. Até sua prisão, Arns patinava nas pesquisas, mas depois dela, em alguns institutos de pesquisas, já ultrapassa o ex-Governador e está rumo à Brasília. O problema é que tem um candidato a deputado federal, um bisbórria, que também está rumo à capital do Brasil, segundo diz, com Arns. Como não tem voto, suspeita-se que esteja atrás de uma teta no Senado ou da influência de Flávio Arns, se eleito, para ganhar licitações.
                Para facilitar a vida de Arns encaminharei o perfil deste pilantra, capaz de passar a perna até em mulheres e recomendo o nome do Biberson (foto), também candidato a deputado estadual - um jovem combativo, que trouxe para São José dos Pinhais o Observatório Social, o qual coordenou com muita desenvoltura, até cair na mira do Presidente da Aciap, por ter descoberto que o irmão desse presidente, ocupava um cargo de Chefe de Posto de Saúde A, sem ter a qualificação exigida. Biberson, este sim tem todos os requisitos de um assessor parlamentar diferenciado.

QUEM É RICARDO BARROS – Ricardo Barros é esposo de Cida Borghette e, segundo o Jornal Impacto Paraná, edição de 30 de junho de 2001, teve os direitos políticos cassados, condenado por ter nomeado uma assessora, entre fevereiro de 1995 a janeiro de 1997, sem nunca ter comparecido ao trabalho. Também, segundo o mesmo jornal, edição de 30 de setembro de 2016, Ricardo foi condenado em segunda instância, por fraude em venda de equipamentos da Prefeitura de Maringá e em outra ação, por danos causados aos cofres públicos, quando prefeito de Maringá. Ainda é investigado por corrupção passiva, peculato e fraude em licitação na Prefeitura de Maringá.
               

Seu irmão, Silvio Barros, Secretário de Desenvolvimento Urbano de Cida, teve, em 21 de junho de 2018, sua condenação, por improbidade administrativa, quando prefeito de Maringá, confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça, segundo o jornal Bem Paraná, de 28/6. Portanto, Cida mente quando diz que não tolera corrupção e é injusta com Beto Richa, quando pede para tirá-lo da sua coligação, ao qual deve o cargo de Governadora e, se eleita, a eleição. Não foi por outro motivo, que o jornal Hora H, edição de julho de 2010, definiu Ricardo Barros como um oportunista, sem convicção, cujo método é colocar sempre o próprio interesse em primeiro lugar. 

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