Na
edição 1125, de 29/6, o jornal Impacto Paraná acusou Toninho da Farmácia de
pagar salários de marajás para certos motoristas (mais de R$ 18 mil reais), em detrimento de
professores e outras categorias, “uma verdadeira lambança administrativa
praticada na atual gestão”, afirmou. O estranho, é que na última edição, de
20/7, o jornal divulgou matéria promocional do Prefeito.
domingo, 22 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Secretaria da Educação dá mau exemplo no tratamento do esgoto e Secretaria do Meio Ambiente encobre esta irregularidade
Recentemente,
em uma de suas falas no Plenário da Câmara, o vereador Abílio Alves (foto)
denunciou algumas escolas municipais de estarem lançando esgoto a céu aberto e
criticou a Sanepar de não fiscalizar, como faz com a população. Procurada, a
funcionária que falou pela empresa, respondeu que a responsabilidade de fazer
esta fiscalização é da Secretaria de Meio Ambiente.
O
equívoco do vereador, entretanto, não tira a importância da sua fala, haja
visto que a Secretaria de Meio Ambiente cobra da população, o que faz vistas
grossas quando se trata do poder público, especialmente, tratando-se da
Secretaria da Educação, a qual deveria ser a primeira a dar bons exemplos, que
tem como função precípua formar cidadãos preocupados com o seu meio ambiente.
Dessa
forma, cabe ao vereador Abílio, no uso de suas atribuições, requerer que os
gestores dessas secretarias, venham em uma das sessões da Câmara prestarem
esclarecimentos aos vereadores e à população.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Lamenta-se que uma esperança política transforme-se numa frustação!
Em sua
edição histórica, de 15/6, o jornal Tribuna de São José, que neste mês
completou 61 anos, divulgou a lista dos prováveis candidatos a deputado
estadual e federal, mas o nome de Ronaldo Vacari que, sempre era citado nesta
lista, desta vez não foi. A razão de ter omitido o seu nome, não disse, mas
pela indagação que fez na edição de 11/5, querendo saber do “22º vereador” que
tudo via, tudo fiscalizava e tudo cobrava, perguntando se havia resolvido
pipocar ou tinha amarelado, o jornal não acredita mais nele. E motivos não
faltam:
a) Vacari deixou de assistir as sessões da Câmara
Municipal, desde outubro do ano passado. Era referenciado pelo jornal como o
22º vereador. Agora é tido na Câmara como um impostor.
b) Pessoas que o admiravam e apostavam no seu nome,
perderam a confiança nele.
c) Crítico da atual administração, agora ataca quem
critica, como soubemos que fez com Dona Antonia, ex conselheira da Saúde, tendo sido perseguida no Conselho por fazer um
trabalho de fiscalização acirrado, tal como continua fazendo. Vacari também já
compartilhou matéria contra o vereador Abelino que vem fazendo um trabalho na
mesma linha de Dona Antonia.
Lamenta-se que uma esperança
política transforme-se numa frustração!
AO PREFEITO TONINHO – Em
respeito a um jornal genuinamente são-joseense, como a Tribuna, circulando no
município há 61 anos, Toninho deveria encaminhar um projeto de lei para ser
aprovado pelos vereadores/as, que obrigue o município a destinar um repasse
mensal, suficiente para o jornal se manter com independência, sem depender de
políticos.
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Câmara Municipal tem novo Diretor Geral
Christian
Frederico da Cunha Bundt (foto), assumiu, nesta semana, a Direção Geral da
Câmara Municipal de São José dos Pinhais. Administrador formado pela
Universidade Federal de Santa Maria, Mestre em Administração pela Universidade
Federal da Santa Catarina, Avaliador de Cursos Superiores pelo INEP/MEC,
Professor Orientador no Curso de Graduação em Administração Pública e
Pós-Graduação em Gestão Pública, com mais de 15 anos de experiência em gestão
de instituições de ensino superior, membro do Conselho Deliberativo da
Associação Comercial e Industrial de São José dos Pinhais, tendo atuando como
Instrutor e Consultor de projeto do BID e da ONU no Brasil e como Provedor Voluntário do Hospital e Maternidade São José,
além de Secretário Municipal da Cultura e da Indústria Comércio e Turismo de
São José, o perfil de Cristian vai além das exigências legais que o cargo requer. Será um ponto de apoio muito valioso para os vereadores/as e
motivo de satisfação para a Coordenadora do Sistema de Controle Interno da
Prefeitura, Rosi Marilda Bassa, que tanto presa pelo respeito às leis.
E
falando de formação escolar, ontem foi à apresentação da Tese de Conclusão de
Curso de Medicina, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, da minha única
e valorosa filha, Carolina Pereira dos Santos, para a qual deixo aqui os meus
parabéns com muito orgulho e, gratidão a Deus, assim como aos colegas que fizeram parte do seu trabalho:
Bruno Vinícius Struzik e Caroline Fátima Santos Não posso deixar de
lembrar dos professores envolvidos,
principalmente o Professor Emilton Lima Júnior, orientador da pesquisa.
terça-feira, 22 de maio de 2018
Jogadas de um jogador para se perpetuar no poder
Natural
do Rio Grande do Sul, Giovani de Souza (foto), escolheu São José dos Pinhais
para ganhar a vida. Com suas palestras de autoajuda, “como vencer na vida por
si só”, em que ele é o maior exemplo, Giovani ganhou notoriedade no meio
político da cidade e espaço na Administração Municipal, cuja porta de entrada
foi aberta pelas mãos da Dona Neide Setim, então Primeira Dama do Município, em
1998, a qual o acomodou, sem concurso, num cargo de chefia, na Secretaria da
Educação e, em 18/1/2001, no cargo de Diretor Geral da Secretaria de Promoção
Social.
A
partir daí, com asas, Giovani passou a empreender voos próprios, começando a
revelar “seu jeito de fazer as coisas”: abandonar aqueles que o apoiaram, derrubar
companheiros para ocupar seus lugares, e se aliar, a qualquer preço, com quem
chega ao poder. Ora por cima ora por
baixo, mas sempre tentando manter um pé no poder, preparando o bote para novos
voos, Giovani participou de todas as administrações, mesmo na de prefeitos que
não queriam vê-lo nem pintado de ouro, como os ex-prefeitos Ivan Rodrigues e
Luiz Carlos Setim.
Em
9/11/2001 chegou a Chefe de Gabinete do Prefeito, derrubando André Sada. Em
4/1/2005 virou Secretário de Planejamento, no lugar de Pedro Setenareski. Em
13/12/2007 tornou-se Secretário da Saúde, tomando o lugar da Dra. Maria Cristina
Singer Walbach. Em Abril de 2008, acumulou o cargo de Secretário da Saúde com o
de Diretor Geral do Hospital e Maternidade São José, derrubando o então Interventor
Ivan Rodrigues. O ruidoso tombo foi o estopim do racha entre Ivan, Leopoldo e
Setim, que, divididos e irados, disputaram a Prefeitura em 2008, saindo
vitorioso Ivan.
Foi o
primeiro grande estrago que Giovani causou a seus aliados políticos e viu-se,
pela primeira vez fora do poder e enroscado numa ação que semeou quando Diretor
do Hospital e Maternidade São José. Mas ardiloso, iniciou uma aproximação com
Assis Manoel Pereira, então Presidente da Câmara Municipal. Com esta jogada,
Giovani voltou ao poder, como Diretor Geral da Câmara, derrubando o Diretor da
época. Aí convenceu Assis a ser presidente do PSDB, partido de Chico Buhrer,
para apoiar a reeleição de Ivan. Assis
seria candidato a vice e ele ganharia de Ivan a Secretaria de Transporte.
Chico
reagiu, tomou o partido das mãos de Assis e Ivan foi derrotado. Pela segunda
vez, Giovani via-se fora do Poder. Foi quando o Vereador, Professor Abelino, o socorreu, nomeando-o em seu Gabinete, no
cargo de Assessor Parlamentar, o cargo mais baixo que ocupou em sua trajetória,
mas que lhe deu a oportunidade de retornar ao poder, mesmo contra a vontade de
Setim e da Primeira Dama, Dona Neide Setim,
no cargo de Diretor Geral do
Hospital e Maternidade São José, derrubando a Diretora da época . Três anos
depois tornou-se Secretário da Saúde, no lugar do Dr. Brasílio.
MORAL
DA HISTÓRIA – Hoje, Giovani anda rindo à toa, é estrela nos jornais que prestam
serviços à Prefeitura, uma inconstitucionalidade que tem passado despercebida
pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas, enquanto Abelino está sendo
retalhado e abandonado por ele. Segundo desabafou na sessão de terça feira,
15/5, Giovani sequer atende seus telefonemas sobre o atendimento à população
que está precário. Em sua fala, na sessão da última quinta feira, 17/5, o
vereador Fenemê (foto), disse que a Saúde, a cada dia que passa, fica pior.
“É uma
crueldade o que estão fazendo com as pessoas no Hospital e Maternidade São José.
Ficam esperando dias e dias por uma cirurgia, mas no dia marcado são adiadas!”.
Na última sexta feira, 18/5, a RPC denunciou o caso de uma pessoa que aguardava
há dias uma cirurgia na UPA Afonso Pena e prometeu ficar de olho.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Cresce a insatisfação com a Administração de Toninho, por conta de uma mentira que o município vive uma crise, provocada pela queda da arrecadação
Desde
que assumiu, há 1 ano, 4 meses e 14 dias, Toninho só fala de crise, provocada
pela queda na arrecadação. A primeira reunião de trabalho, realizada em 2/1/2017
foi para anunciar a crise, através de jornais que prestam serviços à
Prefeitura. A segunda, em 19/1/2017, foi para pedir aos secretários austeridade
nos gastos, os quais, em 30/1/2017, congelou
em 90%. Em 2/2/2107 participou da primeira sessão da Câmara, para pedir o apoio
dos vereadores para superar a crise. Visitou todas as unidades de saúde e
promoveu audiências públicas em todos os bairros do município para falar da
crise. Enfim, passou 2017 só falando da crise, segundo ele, a maior da história
do município.
Fechado
o Balanço de 2017, a arrecadação não caiu e o congelamento não houve. Estava
prevista para o ano, uma arrecadação de 909,5 milhões de reais (R$
909.587.124,00) e uma despesa de igual montante, mas foram arrecadados 955,2
milhões de reais (R$ 955.244.064,17) e
gastos, também, 955,2 milhões, segundo o Balanço Orçamentário, Anexo I, Receita
e Despesa. Em nome desta crise que não houve, Toninho fechou a UPA Rui Barbosa,
fechou vários postos de saúde, reduziu o porte do Hospital e Maternidade São
José, de 3 para 2, fechou o Hospital Atílio Talamini, cortou remédios, exames,
dietas e até o serviço de roçadas, deixando mais de uma centena de pais de
família desempregados.
Entrou
em 2018 falando desta crise. Na primeira reunião com os secretários, realizada
em 15/2, Toninho cobrou deles contenção de gastos. Segundo a nota divulgada nos
jornais que prestam serviços à Prefeitura, a queda da arrecadação, neste ano,
deve ser de R$ 70 milhões de reais. Daí, segundo ele, a necessidade do empenho
de todos os secretários na contenção de despesas, para que se possa atravessar
mais este ano difícil, mantendo os serviços e melhorando a qualidade, sem
prejudicar o atendimento à População. Se esta contenção de despesas for somente
para quem depende da Saúde e de trabalho, a melhoria será para pior, como
aconteceu em 2017, um ano que a população pagou muito caro.
Em
2/5, Toninho se reuniu com representantes da Associação Comercial do Paraná e
da Aciap, com o objetivo de promover uma campanha do Dia das Mães, para
incentivar o comércio e a economia local. A crise foi a tônica da conversa. Em
sua fala, Toninho disse: “São José dos Pinhais teve uma queda considerável em
arrecadação de ICMS devido à crise nacional. A economia do município provém da
indústria automotiva, e esse é o setor que mais sofreu com a crise”. No mesmo
dia o jornal Correio Paranaense noticiou que as vendas de veículos cresceram
38,5% em abril e 21,3%, no acumulado do ano. Se a economia do município se
mantém deste setor, a queda da arrecadação, ao invés de cair deve aumentar.
CONCLUSÃO –
Pelo que se observa, a queda na arrecadação tem sido um pretexto para cortar
gastos em setores vitais para a população. Nesta semana, Toninho deixou mais
algumas dezenas de pais de família sem emprego. Na edição Nº 4.716, de 11/5, o jornal
Tribuna de São José, com mais de meio século de história, cujo proprietário,
Senhor Elon Bonin, é profundo conhecer da Administração Municipal, fez duras
críticas ao Prefeito. A seguir trechos da crítica:
O Jornal também questiona Ronaldo Vaccari,
conhecido como 22º vereador, que anda sumido da Câmara
sábado, 12 de maio de 2018
Mais um pedido sobre a Saúde é negado na Câmara Municipal
Os
constantes boicotes a pedidos de informações sobre à Saúde, levaram-me a pensar
que a maioria dos vereadores não está tendo a devida compreensão do que está
acontecendo com a Saúde Pública de São José dos Pinhais, que tanto sofrimento
tem causado às pessoas que dependem
dela.
Com
esta preocupação, solicitei ao Presidente da Câmara, Vereador Manoel Assis
Pereira (foto), em 11/4, cópias de um Estudo sobre a história recente da Saúde
no Município, para deixá-las no Plenário, sobre a mesa de cada vereador, com o
objetivo de auxiliá-los na análise de futuros pedidos, mas este pedido também
foi negado.
Segundo
Jairo Luiz Chiuratto da Silva, servidor aposentado da Câmara, reconduzido,
recentemente, para exercer o cargo de Diretor Jurídico, com quem meus escritos
já foram alvos até de ação na Justiça, nos seus tempos de Diretor Geral, sem
sucesso, e para quem Assis solicitou um parecer, o pedido deve ser negado.
Em
seu parecer, Dr. Jairo, que respeito, recomenda cautela, pois entende que se trata de um posicionamento
interpretativo, subjetivo, que deve ser considerado como uma matéria de “cunho
pessoal”, por não refletir matéria jornalística de órgão de imprensa, em que
pese eu estar registrado no Ministério do Trabalho, como Jornalista
Profissional.
Como
tal , deve ser analisado se é uma denúncia ou uma informação. Se for uma
denúncia, deve seguir os ditames da Lei da Improbidade Administrativa, devendo
ser composta de provas e indícios de irregularidades. Ser for uma informação,
divulgada sem critério e de forma subjetiva, é crime.
COM
TODO RESPEITO – Todo escrito requer uma interpretação, que pode ser
interpretado de “n” maneiras, segundo a interpretação de quem lê, cujos fatos
podem ser distorcidos, mas no caso este risco não existe, porque o estudo é
claro: a arrecadação não caiu, o
congelamento dos gastos não houve e as “melhorias” vieram em forma de cortes.
O
crime por calúnia, difamação ou injúria, também não houve, pois segundo o
Balanço Orçamentário, Anexo 1, Receita e Despesa, de 2017, publicado no Diário
Oficial Eletrônico, Nº 57, a arrecadação não caiu e o congelamento não houve.
Portanto, o Prefeito faltou com a verdade sobre a queda sistematicamente da
receita e que havia congelado os gastos em 90%.
A
subjetividade a que se refere o Dr. Jairo, também, não se aplica ao caso,
porque se trata de um estudo, resultado de um acompanhamento sistemático da
Administração Municipal que, voluntariamente, faço há mais de 20 anos,
envolvendo coleta de dados e cruzamento de informações, que embasaram uma
conclusão, a de que houve uma trama.
DESABAFO
– Confesso que até hoje não entendo, como um trabalho que visa unicamente, o
bem comum, lutando, voluntariamente, pelo bom uso do dinheiro público e pela
ética na política, pode ser boicotado por esta Casa, que tem a sagrada função
de fiscalizar os atos do Executivo, mas não faz porque a maioria dos vereadores
não cumpre este papel.
Meus
escritos são vistos como perturbadores da ordem. Sou atacado por vereador e
pelo Diretor Geral. Minha circulação na Câmara é restrita e vigiada por segurança
e sou proibido de usar computadores, entre outras proibições. Em um país
desenvolvido, a Câmara disponibilizaria uma sala equipada com computares,
telefone e funcionários para auxiliar este trabalho e eu seria remunerado.
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